segunda-feira, 1 de outubro de 2007

O Barreirense, que actualmente milita na 3ª Divisão Série F (ocupando a 8ª posição), é o primeiro adversário do Aves na Taça de Portugal. O jogo referente à 3ª Eliminatória será jogada no Barreiro, no próximo dia 18 de Novembro. Na última vez que o Aves encontrou o Barreirense (na 2ª Liga, à dois anos atrás), o Aves perdeu no Barreiro e empatou em casa. O Barreirense foi dos poucos clubes que o Aves não venceu, na época da subida. Espera-se que o Aves faça melhor figura do que na época passada, onde foi humilhantemente afastado na Maia.



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"Uma tabela de Evandro para fuzilar na área e várias tabelas Ronaldo-V. Gomes-Evandro a isolar Chidi para estourar as redes avenses permitiram ao Rio Ave virar pela primeira vez o marcador. Depois do golo quase ao “relanti”, em cabeçada de Robert, foi um ataque incessante contra o vento e Rui Faria. (...) Paiva acabou a ver a sua barra salvá-lo a livre da lateral de Castro (65’), com o Aves em 4x2x4 após expulsão justa de Vítor Gomes." - RECORD



"Por tudo o que a sua equipa produziu na primeira parte, João Eusébio, treinador do Rio Ave, certamente não estaria à espera de terminar o jogo de pé e a gritar "olha a hora", apontando o dedo para o relógio, tal como a maioria dos adeptos. Não que o Aves estivesse a pressionar e a criar lances de perigo, mas um deslize naquela altura tiraria a vitória ao Rio Ave, um objectivo que a expulsão de Vítor Gomes logo no início da segunda parte poderia ter comprometido, caso o adversário tivesse conseguido impôr um futebol mais dinâmico. As culpas para o nervosismo final têm de ser atribuídas a Rui Faria, guarda-redes do Aves, que, com uma série de defesas, daquelas classificadas de impossíveis, permitiu à sua equipa regressar do intervalo com a possibilidade de discutir o jogo." - OJOGO


"A partida começou em bom ritmo e foram apenas necessários quatro remates, dois para cada lado, para se marcarem dois golos. À desvantagem no marcador, a equipa da casa respondeu da melhor maneira, empatando no lance seguinte. A partir daí só deu Rio Ave, mas o bom futebol praticado apenas gerou mais um golo. Com menos um jogador em campo, o realismo dos vila-condenses veio ao de cima, enquanto o Aves, sem conseguir aproveitar a superioridade numérica, só esteve perto do golo quando Castro, de livre, rematou à barra." - OJOGO



«Não poderíamos ter entrado melhor. Inauguramos o marcador, mas a bola foi ao centro e logo a seguir o Rio Ave empatou. O adversário venceu com justiça, pois podia ter feito mais golos na primeira parte.» - JOSÉ GOMES



Ligações:
RECORD - "Uma reviravolta"
OJOGO - "De recital a boa gestão"
Fotos: Miguel Ângelo Pereira